TÔ NA MÍDIA . É UM BLOG INFORMATIVO DE SURUBIM E TODA REGIÃO QUE LEVA AS PRINCIPAIS NOTÍCIA DO DIA A DIA , EM PRIMEIRA MÃO.
sexta-feira, 7 de maio de 2021
PE prorroga medidas restritivas por mais 15 dias
Carlos Aristides e Xand Avião encerram ciclo da A3 e montam nova produtora
O Isaías CDs não faz mais farte do grupo
quarta-feira, 5 de maio de 2021
Governo antecipa 13º para aposentados e pensionistas do INSS; veja as datas...
Do UOL, em São Paulo
Já a segunda —que pode receber descontos do Imposto de Renda, a depender do valor— deve cair com os benefícios do mês que vem, entre 24 de junho e 7 de julho. O abono anual normalmente é pago entre agosto e setembro. A medida, de acordo com o Ministério da Economia, tem como objetivo incrementar a renda dos beneficiários que tem direito ao abono, injetando R$ 52,7 bilhões no país e favorecendo o processo de recuperação após a pandemia de covid-19. Além disso, a grande maioria dos contemplados são pessoas idosas, doentes ou inválidas —grupo ainda mais vulnerável à doença. Ainda segundo a pasta, a antecipação do abono não prejudicará o orçamento, uma vez que não haverá acréscimo
BBB21: Campeã Juliette bate recorde mundial em foto com 1 milhão de likes em 3 minutos
Paulo Gustavo, estrela da comédia nacional, morre de Covid-19 aos 42 anos
Adriano Imperador será homenageado na Calçada da Fama do Maracanã.
Adriano será o 123º atleta, o 104º do futebol, a entrar na galeria que, entre outros craques, tem Pelé, Garrincha, Zagallo, Marta, Ademir Menezes, Rivellino, Romário e Zico.
DIDICO MERECE! 👏👏👏
terça-feira, 4 de maio de 2021
Polo de Confecções do Agreste funcionará em horário especial na alta temporada
Governador Paulo Câmara anuncia medidas para a população em situação de vulnerabilidade
O luto do filho que perdeu a mãe
Professora do curso de psicologia do UniFavip explica como se dá esse processo do luto, pelo viés psicológico 
Com o Dia das Mães chegando, sempre tem o outro lado que envolve esta data comemorativa, com o luto e a saudade dos filhos que já não tem mais suas mães. Do ponto de vista teórico e técnico, o assunto da parentalidade exige uma contextualização e definição antes de adentrar esse campo. Para falar sobre a perda de uma mãe, precisamos compreender que “mãe” é uma palavra que se constrói não como um adjetivo pessoal, mas como inscrição e nomeação diante de uma relação, como esclarece a professora do curso de psicologia do UniFavip, Deysiane Macêdo.
“A existência de uma mãe pressupõe um outro, um filho que, reciprocamente, a adote neste lugar. Sim, adoção é um fenômeno essencial na parentalidade, independentemente de haver laço consanguíneo ou não. É necessário que a mãe adote o filho como depósito de seu amor e prontidão, e que o filho a adote como colo e sustentação. Então aqui falamos da maternidade de forma abrangente, compreendendo “mãe” como figura de acolhimento e ponto de formação, sem obrigação biológica ou de gênero. Como popularmente se diz, a mãe a qual nos referimos é “a que cria”, explica a docente, que complementa.
“E o que é essa criação? Para a psicanálise, seria justamente esse colo. Um seio, no sentido metafórico, que nutre o sujeito, seja no cuidado de suas necessidades básicas, seja nutrindo-o de amor. Ser mãe envolve uma modelação, uma sustentação e uma apresentação dos objetos que formam esse mundo. A maternidade se bem exercida, promoverá um sujeito autônomo, independente e capaz de desejar por si só”, explana.
Mas além das funções básicas da maternidade na infância, há também uma extensão dessa relação até a fase adulta dos sujeitos. Essa mãe deixa de ser uma necessidade natural de sobrevivência, mas segue na construção de uma relação de confiança, presença e, porque não dizer, de amizade. Onde, mesmo havendo independência do sujeito, essa mãe ainda é referência de segurança e ponto de fortalecimento nos momentos mais emblemáticos da vida.
“Para falar sobre a morte de uma mãe, vale primeiro se questionar sobre o tipo de morte referido. Essa perda é uma morte física e concreta? Ou trata-se de uma morte simbólica, de uma rejeição ou abandono? São inúmeras possibilidades. Também devemos compreender em que momento do desenvolvimento essa perda ocorreu. É possível que este luto se elabore por vias naturais, mas também encontramos muitos casos, nos quais se faz necessário um acompanhamento profissional, como a psicoterapia. Há também a importância do apoio das redes relacionais, ou seja, da família, amigos e trabalho”, finaliza Macêdo.







